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sábado, 26 de setembro de 2015

Sentimentos

O que você faz quando está chateado, deprimido, PUTO da vida, irritado, enjoado, de TPM ou simplesmente acordou de cú virado?























Calma, antes que alguém ache estranho que o blog hoje tenha um quê de divã, lembro: migooooos, eu fiz Jornalismo e uns 85% do curso de Letras. O mais próximo de Psicologia que eu cheguei foi mesa de bar e grupo de whatsapp com migos bêbados. ENTÃO TÁ DE BOA, VAMOSSIUNIR!!!!


É que né gente, se você respira tem 20 e poucos anos e vive no planeta Terra, como eu, já teve um ou vários momentos bostas, não é mexmo? 





(diz que sim, cara!)



Só que dificilmente a gente vê por aí pela internet (exceto em textos de auto-ajuda cafonas que eu AMO ler na bad) porque a rede mundial de computadores só está repleta de momentos felizes (ou tipo isso) e """""""'pensativos"""""" pra gente pôr no







* Ou qualquer outra rede social lançada de 2009 pra cá. É que eu parei no combo Facebook + Twitter + Instagram, sou velha, me condenem.



Eu mesma esse ano tive vários momentos escrotos na vida que junto com a minha mentalidade fértil se transformaram em 3000000000% mais escrotos.

Mas vou contar pra vocês como eu lidei a minha vida inteira com os meus dias assim.





1. Aos 10 anos:







Sim, eu resolvia meus dias escrotos vendo desenhos animados, tomando coca cola e comendo brigadeiro... E Ginger, gente, vamos combinar né? ERA MINHA VIDA!!!!!!!! Se juntasse uns episódios de Hey Arnold e Doug então potáquépáril!






(Sempre quis, nunca fui. #traumas)




2. Aos 13 anos:





Eu sei que essa moda voltou. Mas eu só me lembro da minha fase """"""'dark"""""" em que eu tentei fugir de casa e passei meia hora na rua com calor, voltei e fiquei chatiadíssima que minha mãe nem chamou o Exército, Marinha ou Aeronáutica. affffffff



Obs: Não consigo entender quem já viveu essa fase VOLTAR a usar Gargantilha. Why gente???? Que morte horrível!





3. Aos 15:







Minha vida quando tinha 15 anos era cagar não ligar pra dias assim porque BITCH, PLEASE eu tinha 15 anos!!!!!!!!!










4. Aos 20:









Tudo fica mais dramático aos 20 anos. TU-DO. Caso você ainda não chegou lá, faça um curso de teatro pra aperfeiçoar as técnicas que ainda dá tempo.






5. Aos 25 (no começo do ano):




(- Meeeeeeeeu mundo caaaaaaiu)


Eu tinha certeza que o mundo estava conspirando contra mim. Acabou a água em casa e eu esqueci de comprar mais e agora já fechou a distribuidora? Mundo conspirando contra mim. Cheguei no cinema e o filme que eu me invoquei de ver na hora e que há 5 minutos nem sabia que existia já tava lotado? Conspiração CERTEZA!!!!!!! O meu sapato favorito descolou o solado depois de 10 anos em plena atividade? CÉUS, PEGUE MAIS LEVE!!!!!!!





Eu sei, eu sei.

Ainda eram (são?) os resquícios das minhas aulas na








que """"""todo mundo"""""" (amo generalizar pra eu não me sentir só) aos 20 e poucos anos faz mesmo sem fazer (oi?)


Mas eis que conheci uma coisa muito antiga que me fez mudar.



Começou assim:


PAAAAAAAAAAAAUSA PARA O MINI-FLASHBACK


Eu numa manhã normal conversando uma amiga no WhatsApp que é uma linda, baixinha e que todo mundo ama que por questões de direitos autorais eu vou só chamá-la de J.


Eu: Aaaaaaaaaaaai amigaaaaaaaaa, tu não acredita!!!! Hoje o sol bateu na minha cara, COM CERTEZA CONSPIRANDO CONTRA MIM



J: Claro que não, amigaaaaaa* (na verdade a gente se chama por outro apelido), já pensou que o problema pode estar em você?

Eu: CLARO, O PROBLEMA SOU EU!

J: Amiga, pare de frescura e use esse aplicativo pra aprender a meditar. Você vai se sentir melhor.

Eu: OKAAAAAAY, FAREI TUDO PROS ASTROS PARAREM DE ME JOGAR QUEBRANTO


FIM DO MINI FLASHBACK.


Tá, ok, a conversa não foi tão dramática literária assim, mas a ideia era essa. A questão é que depois que a J. me apresentou esse aplicativo maravilhoso e que eu comecei a meditar / ler sobre budismo / perceber que o mundo tem mais o que fazer, toda vez que eu to bosta eu pego o meu Buda interior e faço isso:











E pra completar eu escrevo nisso:







Explicação: Eu ganhei meu primeiro Diário aos 4 anos numa história muito louca graças a minha mãe e desde então eu mantenho um. Gente É MARAVILHOSO! Dá uma saúde metal incrível. Super recomendo até porque não há chances de você abrir a página e dar de cara com alguém da sua idade tomando champagne em Paris super sorridente e com uma legenda de: "Faça valer cada segundo da sua vida" ou um textão sobre como essa pessoa MERECE estar lá e você não etc etc etc



(ou eu perguntei tarde demais?)








E quando nada disso dá certo, né moreeeeeeeessssssssss:








"Chorar é bom para os pulmões", mamain já dizia.









Mas depois disso tudo eu lavo o rosto e danço:
















Ou outra coisa bem anos 2000. Porque né a gente não é obrigado!

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

G.E.N.É.T.I.C.A.

Não espere por um post sério sobre Ciência.


Até porque, meus caros, duvido muito que você esperasse isso de mim achasse mesmo que eu quisesse fazer um tratado epistemológico científico hermenêutico aqui néam?





(Desculpa decepcionar a senhora, mãe)


A questão é que o papain veio para São Paulo essa semana pra me ajudar numas parada doida e eu descobri que temos muitas coisas em comum, principalmente a gaiatice facilidade de fazer novos amigos.




Começa assim: 

Meu pai chega no meu prédio muito feliz e empolgado gritando:

-  WHATS UUUUUPPPPP?????



Porteiro da manhã que não fala com ninguém vira pro lado e: 

- ...

Meu pai se sente desafiado, olha pros lados e vê algo que pode puxar assunto:

- E a derrota do Palmeiras hein?
- E a novela ontem?
- Que clima doido hein?
(Qualquer outro assunto do mundo aqui)

Nessa hora eu tô bem assim:




E então papai me olha assim:





E, por incrível que pareça, dois segundos depois o cara que nunca na vida disse um "bom dia" já está assim com o meu pai:







O que isso pode ser, além de um dom?



Decidi desafiar o meu pai no que eu faço de melhor e duelamos no quesito "amizade com um taxista". Não que eu seja competitiva, era só uma brincadeira mesmo, sério, nada demais...

Entramos num carro onde o taxista devia ter uns 324 anos e não escutava direito:


Eu super natural:




Meu pai, nem ligando:





E o taxista... sendo ele mesmo:




E depois de quatro frases papai e o motorista já estavam combinando uma viagem para Santos, que meu pai não iria fazer, mas falou só pra conquistar o cara



(A.p.e.n.a.s. o.b.s.e.r.v.o.)



Dois minutos depois percebo que tenho que comer muito feijão com arroz mesmo pra chegar no nível do papain e, finjo uma dor de cabeça e me calo.



Porque pode até ser um dom bizarro ou algo genético, mas fazer amizades com pessoas estranhas requer anos de prática...


E eu ainda só tenho  24 anos...




E meu pai, sei lá, já passou dos 50....






(sim pai, perco a disputa, mas não deito!)


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

A placa da discórdia

Três letras garrafais amarelas chamaram a minha distraída atenção na noite dessa segunda-feira. Confesso a vocês que eu não sou a pessoa mais atenta do mundo, muito menos às segundas-feiras, mas dessa vez não deu pra deixar de notar.

As letras tinham quase o meu tamanho (ok, sei que não é grandes coisas), mas parecia não chamar muita atenção das pessoas que esperavam no cruzamento entre a avenida Paulista com a Consolação. Entendo isso como mais um sinal blasé dos paulistanos (que não são poucos) ou mera conformidade com o presente.

As letras formavam a palavra PAZ!, assim, com uma exclamação pequena, gordinha e que carregava o símbolo do governo Dilma e dizia alguma frase de efeito. Juro que cheguei em casa e procurei o que poderia significar aquilo, mas não achei.

As três letrinhas até poderiam passar despercebidas ou ignoradas pelas pessoas, afinal, todo dia tem algo novo e exótico na Paulista mesmo... A questão é que a menos de 5 metros dali fica a “praça do Ciclista”, conhecida como ponto de encontro de centenas de milhares de pessoas em junho deste ano, responsáveis por ocupar a avenida contra a corrupção várias vezes e, consequentemente, cenário de atos de violência protagonizadas por policiais militares.


Talvez em outras cidades do país as manifestações viraram apenas uma lembrança, mas São Paulo não. Quase toda semana existe uma saindo justamente da praça do Ciclista com faixas e frases de efeitos.

Não se escuta mais a música do Rappa, nem o “Vem pra rua!” ou “O gigante acordou”. Essas pessoas tem a incrível capacidade de criar músicas e frases para cada caminhada, embalada agora por dezenas de pessoas, defendendo ideais mais “fragmentados”, digamos assim.

As manifestações não acabaram, nem a violência, que mudou de endereço. O “caminhar” deixou de ser pela avenida Paulista e passou a ser pela Consolação, rumo ao Centro, rumo a Sé. É lá que, em certos dias e horários, não há paz.

Sexta-feira era um dia marcado para uma dessas manifestações amplamente divulgadas pelos black blocks. Tínhamos esquecido disso quando Caio e eu compramos ingressos para uma peça  apresentada no teatro do Centro Cultural do Banco do Brasil, no Centro, perto da Sé.

Descemos na estação e parecíamos que estávamos nos preparando para guerra. Havia centenas de policiais ao lado dos já tradicionais mendigos da praça quando fomos rumo ao Centro Cultural. A situação era mais gritante quando chegamos em frente ao teatro, onde tinha uns 20 policiais para “fazer a segurança patrimonial do banco”.

Quando saímos da peça não tinha mais nada. Os guardas que encontrei no banheiro do Centro Cultural enquanto lavava as mãos já não encostavam suas armas nas pessoas. Não tinha nada quebrado, a Sé estava com o contingente normal de policiais e mendigos. Foi alarme falso dos black blocks. Mas ainda sim longe de ter paz.

Não sei quem teve a ideia de colocar essa placa na Paulista, mas acredito fielmente que se confundiu. A polícia impede que tenha manifestações ali e afasta para o Centro, longe dos bairros de classe média alta paulistana, mas elas não morreram e não ficaram menos violentas. É uma tentativa simples e vã de demonstrar que a “paz voltou a reinar” para essas bandas.

E para quem ficou na curiosidade do que a peça guardada pelos policiais tratava: presos políticos da ditadura militar. Faz parte de uma série de programações do Centro Cultural sobre o tema, cujo prédio tem fotos, textos e resquícios desses períodos de opressão espalhados por todos os andares em forma de exposição titulada de “LUTE”.





Irônico, não?

domingo, 10 de novembro de 2013

Mariana e a bicicleta - A história

Nos domingos e feriados parte da Avenida Paulista é fechada para o ciclismo. A ciclofaixa tem ainda a “participação especial” do Bradesco, que aluga bicicletas para a galera ir lá e aproveitar a faixa.

Em Manaus já tinha essa explosão de pessoas andando de bicicleta, mas eu, por motivos alheios a minha vontade (leia-se preguiça e não adepta a vida saudável) nunca ia.

Depois de dois meses morando na esquina da Paulista, outro motivo aleatório me fez descer na manhã deste domingo para PEGAR A BICICLETINHA.

 (expectativa) 

Hoje de Manhã:
Acordei “cedo” e preparei tudo: Uma blusa preta de malha com manga 3/4s, um short jeans, meu tênis azul de todos os momentos e os meus óculos escuros. Tomei café da manhã reforçado: 3 bolachas cream cracker com um patê gostoso que comprei no supermercado com cappuccino e suco de laranja. Deixei tudo em casa: celular, chaves. E levei só o que eu realmente precisava: dinheiro para comprar água nas vendinhas e o documento pro cadastro. Estava pronta para ser a bizarra da avenida Paulista.

Fiz o cadastro gratuito, peguei a bicicleta e ainda brinquei com o tio: “Moço, pegue uma bicicleta para baixinhas!!” Nós rimos... Sem saber que cinco minutos depois eu estava me odiando por não ter pedido uma bicicleta de anã.


Peguei a bicicleta, fiz cara de “sou foda na cama eu esculacho”, subi na bicicleta com um ~pouco~ de dificuldade e tentei lembrar, sem sucesso, da última vez que andei em cima de uma magrela daquelas.

Um pé no pedal, outro, Mariana quase caindo de cara na avenida paulista E FORA da ciclofaixa.
Me recompus, fingi que nada acontecia, subi de novo e comecei a andar em zigue-zague.

Xinguei mentalmente a pessoa que disse pela primeira vez que “andar de bicicleta a gente não esquece nunca”. Pura mentira para pessoas rirem das outras pagando mico, porque vocês sabem né...

A CICLOFAIXA É UMA SELVA


(A realidade) 

Onde pessoas que são expert em bicicleta fazem questão de chamar de BIKE e usam roupas próprias para exercícios físicos, e andam com garrafinhas, e desafiam as leis da física (e do trânsito!!) cortando a sua frente na ciclofaixa. Essas pessoas são um perigo e deveriam estar presas em seus egos! (ok, foi um momento de desabafo agora, continuemos...)


Quando finalmente consegui me equilibrar e andar numa linha quase reta começaram os obstáculos: Motoristas me parando pedindo informação de como chegar na rua TAL, sinais de trânsito fechando na minha frente e eu tendo que (re)aprender a parar aquele monstro sem cair, entre outros.

Tudo me levava a crer que a vida tava de sacanagem comigo e queria que eu me esborrachasse no chão e foi ai que eu lembrei: a última vez que eu tinha andado de bicicleta na vida eu quebrei minha clavícula em duas partes e um osso da minha cabeça entrou e deixou um lado minha testa um pouco mais funda....

FLASH BACK:

Mariana aos 12 anos, com bicicleta nova super power tripo foda, mostrando aos seus amiguinhos.

(Humilhando todos)

Coleguinha 1 espirito de porco: - Vamos fazer uma aposta de quem chega primeiro na praça de alimentação?

Coleguinha 2 inteligente: - Sei não, acho que não é uma boa ideia...

Mariana se achado a pica das galáxias com a bicicleta: - Eu topoooooo


Dez minutos depois Mariana descobre que a bicicleta foda dela pode “perder o freio às vezes” e, quando tá numa marcha pesada + velocidade, o guidom não respeita ninguém e você pode bater numa sarjeta e ir de cara no muro e quebrar as clavículas e passar três meses da sua vida sendo apelidada de Robocop Gay  pelos seus colegas de classe devido ao colete que tem que usar até os ossos resolverem ser amigos de novo.


GELEI.


Comecei a pensar: putaquepario eu tenho trauma de bicicleta e não sabia. E AGORAAAAA????

Respirei fundo, pensei que o pior que poderia me acontecer era cair na avenida movimentada e me ralar toda naquele asfalto quente, nada que eu já não tenha vivido (isso merece outro post constrangedor, outro dia quem sabe). E voltei a andar.

E quando passava do Masp já estava me sentindo como “Pedalando com Moliere”, e andei mais uns quilômetros quando percebi que estava ficando cansada e ainda tinha o caminho todo da volta!!!

 (Potamerda tem que voltar né?)

Voltei morrendo por dentro, mas com estilo pra fora. Deixei a bicicleta, voltei pra casa.
Toquei a campainha pensando que não poderia demonstrar que para mim parecia que tinha acabado de vencer um exército de mil homens, pelo contrário, eu deveria demonstrar toda a confiança mundo. 

Já tava me sentindo a TAL de novo quando preparei o sorriso e o Caio abriu a porta de casa e me soltou um:

- Meu Deus, tu caiu??????

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A orfã

Em um dia muito deprimente, ainda no ano passado, resolvi curar minhas neuras no Mc Donald's. Fui pra fila, observei as pessoas (tinha um menino super empolgado porque ia "ganhar" um brinde do Mc Lanche Feliz, um casal, um homem puto porque os preços subiram e uma mulher distraida), olhei pra caixa, uma mulher muito feia, com cara de quem está fazendo um favor, cabelo amarrado, maquiagem borrada de quem fez apressado, muito feia mesmo. Quando chegou minha vez, quase como automático falei pra moça feiosa: um Mc Duplo na oferta por favor. e eis que pra minha surpresa ela disse: Não trabalhamos mais com esse pedido ainda atordoada falei olhando para os letreiros iluminados apertando os olhos pra enchergar melhor: Saiu da oferta foi? Ah.. Então me dá só o sanduiche, um refr.. depois de uma baforada ela me responde com mau humor: Não, saiu do cardápio, mais alguma coisa?
Nesse instante eu olhei pra todos os sanduíches que pareciam muito sem graça e sem sabor comparado com o Mc Duplo. Aquilo era quase um homicidio, um duplo homicidio.
Fiquei sem chão, realmente não era meu dia... Virei meu corpo, minha barriga roncava, e avistei o Giraffas.. Com muita gula e tontura pedi dois Cone Crocs... um pra matar a fome e outro pra me acalmar.
Voltei ao meu estado normal.

(saudades)


Nessa semana eu tive que pagar mil contas pra minha mãe no shopping. Pra desestressar resolvi desafiar pela 232787432897498237985723 vez o Caio a uma corrida naqueles joguinhos de carrinho do parquinho, que pra variar, perdi! Sai de lá fraca, menos R$2.50 e mais uma derrota e dessa vez tinha plateia: um cara segurando uma criança no braço.. Quando eu perdi e olhei pra trás ele tava lá com um sorrisinho de hehe-se-deo-mal eu perguntei Vai jogar? ele não-não e eu entendi que foi um NÃO SÓ TÔ VENDO TU PERDER PRA ELE MAIS UMA VEZ MUAHAHAHA >). Idiota.
Fui em direção ao Giraffas (que se tornou minha lanchonete ofical pra acalmar os nervos) e falei: Um Gira Cone Croc por favor. Como de costume a mulher não entendeu (elas nunca entendem, a gente tem que apontar! esse é o problema de ter muitos sanduíches com nomes parecidos), apontei e ela: Aaaaah.. saiu do cardápio. Só temos esse e mostrou um genérico (ruim) daquela maravilha chamada Cone Croc.


(Minha reação)


Deu uma subta vontade de subir na mesa e gritar ao mesmo tempo pro Mc Donalds e pro Girafas: VOCÊS SÃO LOUCOS? VOCÊS QUEREM FALIR É ISSO? HEIN HEIN HEEEEEIN?
Fiquei orfã de dois calmantes naturais e calóricos. Perdi meu chão (denovo), aquilo era demais pra mim! Mas infelizmente me contive.
Fui até a temakaria e pedi um Tamaki de Lula, não era a mesma coisa... mas o que eu podia fazer?
Agora até inventarem mais alguma coisa, vo vivendo sem muito graça nem paladar. Oh vida, oh céus!

(muito feliz)