terça-feira, 29 de setembro de 2015

O imã

Já disse aqui várias vezes que eu atraio pessoas estranhas. Porém, ultimamente isso tem se intensificado tanto que tem virado até um momento de descontração entre os amigos.

Fato é, gente, eu JURO que tento evitar esses momentos, mas eu não sei porque eu me tornei um 




IMÃ DE PESSOAS BIZARRAS




Normalmente eu ando assim pela rua tentando não facilitar para o mundo dos bizarros:


(Tão sem expressão quanto essa senhora)



Quase andando assim:







Só pensando nisso:




Mas não tem resolvido.







Duvida?



Vou contar algumas para vocês








1. A travesti-mendigo 











Eu sinceramente não sei o que fiz para o mundo, mas essa mulher ME AMA.


Como eu sei?


Migos, eu moro no começo da avenida Paulista em outras palavras eu praticamente NUNCA estou sozinha na rua por motivos de:








Mas adivinha QUEM ela sempre aborda pra contar da vida dela/pedir dinheiro.




ADIVINHEM 








QUEEEEEEEEEEM?????????













Isso não seria um grande problema se: ela estivesse sempre de bom humor, sóbria e não-violenta.






2. A vizinha


Já contei aqui que ela não é nada normal e fiquei devendo para vocês algumas histórias né? Pois bem, esse momento chegou.



Já disse aqui também que eu moro numa caixa de fósforo e, por ela ser minha vizinha do lado e os apartamentos todos terem o mesmo tamanho... Reflitam.



POIS BEM,


Certo dia eu ouvi um barulho estranho no corredor




O que eu imaginei:






O que era:




A vizinha!



Tentei fechar a porta antes que ela me visse, mas não deu tempo, logo ela gritou:


- MARIIIIIIIIII, ME AJUDA AQUI FLOOOOOOR????


A minha vizinha, nos altos dos seus 30 kgs, tinha acabado de conseguir enfiar uma esteira GIGANTE dentro da casa dela.





Eu fiquei:




E disse:

- Assim, só uma dúvida... Como tu vai conseguir ANDAR nesse apartamento com a esteira ai no meio? Ela é enorme.


A vizinha:

- Tu achou??? E olha que ela ainda tá dobrada!!! Quero ver quando eu tiver que abrir ela, será que posso usar parte do corredor?












Eu:




Mas tentei relaxar fingir que não tava vendo e voltei pra ajudar ela a carregar uma caixa enorme.





Cai na besteira de novo e perguntei:

- O que é isso?








Ela prontamente tirou da caixa:












Eu fiquei:







Aí ela:

- Hummmmmmmmm acho que não vai caber né?







Eu:





Ela:

- Então eu acho que vou deixar a geladeira ligada aqui no corredor por alguns dias mesmo. OBRIGADA, MARI!




E assim, a geladeira ficou lá até o síndico reclamar.







3. A mulher


Eu estava aqui em casa de boas depois de ter almoçado, deitada na cama tentando fazer digestão, mais ou menos assim: 





Quando toca a campainha DO NADA



Eu:






- Oi?




Mulher:




- Oi! É aí que mora a Mari de Belém?




Eu:





- Ahn... Não.



Mulher:




- Mas esse não é o apartamento X? Ela mora nesse prédio e nesse apartamento.




Eu:





- Ahn... Eu sou Mari, mas sou de Manaus. Posso te ajudar em algo?



Mulher:





- Manaus e Belém são próximos, mas não são a mesma coisa!




Eu fiquei:




WTF???????







Fiquei extremamente confusa com isso e liguei pra minha mãe









Eu: Main!!!!!!!! Tu acredita nisso? Eu preciso ser estudada!!!!!!!





Mamain: Não sei porque tu ainda se impressiona com isso se DESDE BEBÊ você atrai gente assim. Se acostuma logo, Mari.












(Mamain pros meus problemas)












E foi assim que eu descobri que não fui um bebê normal.

E sim um bebê-imã-de-gente-bizarra.

2 comentários:

Anônimo disse...

Alexandre Dias usando a conta do trabalho:

Faltou o teu porteiro!

Jorge Leitte disse...

Desde sempre hein Mari. Que medo!!!! ahahahaha